Little Shop of Horrors: Abertura e Downtown.
Entre panelas, pratos, vinhos e temperos, junto ao fogo, acontece a cocção de palavras e idéias aromáticas. As receitas podem ser concretas ou abstratas... vai depender do que vai em cada um, do que constrói cada um, do desejar de cada um. É um lugar livre, de integração, mas também da possibilidade de divergir do que está posto no mundo. Todos são bem vindos! LE CUISINIER.
gnidade e segurança: MUSCULATURA INTELECTUAL! Uma coisa, que até conversando com você há umas semanas ou meses atrás, falei que seria importante dar ao(s) nosso (s) filhos futuros: condições educacionais e de formação as melhores possíveis para que possam ter autonomia e instrumental para lidar com essa realidade egoísta e injusta que nos cerca, e na qual estamos mergulhados. Nossa sociedade foi escravagista por 400 anos não foi sem razão querida. Não foi só por questões econômicas ou políticas ou circunstânciais mas de caráter mesmo. Essa mesmo sociedade só desregulamentou o sistema de escravidão há pouco mais de duas vezes a idade que eu tenho! Foi ontem então. Essa mesma hierarquia corrupta e desigual, a b s o l u t a m e n t e injusta e que durou quatro séculos não se desarticula nesse tempo, 119 anos. Seus mecanismos ainda estão aqui e vigentes, atuando dinamicamente com as coisas que são postas todos os dias para todos nós brasileiros.
O que aconrteceu com esse doce de menina, não deve parar a gente, nos imobilizar, mas serve para nos alertar; para que nos preparemos com o máximo de afinco e estratégias possíveis para viver nossos sonhos, desejos e sobretudo realizá-los... mesmo que "outros" tentem nos manter na condição que lhes agrada mais: de escravos libertos vivendo as alegrias da "liberdade" no século XXI mas que, em verdade, estão acorrentados, presos e domados como se ainda estivessemos navegando, na escuridão dos porões desumanos dos navios negreiros europeus, rumo a América do século XVI.
Eu te amo e rogo que realizemos nossos projetos, dando a eles a concretude inabalável daquilo que é construído com amor justiça e LIBERDADE.
Beijos carinhosos,
Le Cuisinier.
Apesar de hoje eu estar, internamente, muito mais para um Contabile do Concerto n°3 em Ré maior Op. 10/3 ou o Largo e Contabile do N°5 em Fá Op. 10/5 ambos de Vivaldi , At Seventeen da Janis é a melhor tradução de como estou agora.
"Aquela nuvem gigantesca se aproximando, lentamente, sobre o Dois Irmãos, ocupando o céu azul que havia acabado de nascer, desmanchado sob o peso torrencial das águas, era eu".
Le Cuisi
Essa gravação é DEMAIS... concorre fortemente com a original. E olha que sou apaixonado por essa música há uns 20 anos talvez...
Salada da Casa ou Salada da Zazá (Para 6 pessoas)
Alface americana rasgada com a mão;
Rúcula;
1 ½ beterraba sem casca cortada em palitos;
1 caixa de tomates cereja cortados ao meio;
1 caixa de mussarela de búfala cortada em pedaços;
3 colheres de sopa de crocante de grãos de rapadura (grãos de trigo, aveia, cevada, coco, castanha de cajú e do pará assados com rapadura ralada).
Molho:
Redução de balsâmico (1 copo de vinagre misturado com 1 colher de sobremesa de açúcar. Leva ao fogo baixo até engrossar).
Preparo:
Misture todos os ingredientes. Regue com o molho somente na hora de servir.
Beijos,
Le Cuisinier.
Receita publicada na Casa Cláudia/2007
Já aviso de antemão que não terei tempo agora de escrever tudo que quero e nem de corrigir o texto, mas o farei mais tarde... não muito mais tarde acreditem. Nesse último feriadão, que terminou - infelizmente, no último domingo (reconheço sim o valor de fins de semana prolongados), fui para a casa de meus pais. Adoro aquele lugar! A praia enorme, vazia e com aquele mar azul turquesa. Adoro o silêncio que ocupa a maior parte do tempo por aquelas bandas! Amo chegar em casa e já ao longe avistar as Bougainvillea de cores variadas se lançando assanhadas para fora do muro da casa dos meus velhos. E amo assoviar a código que - há dezenas de anos - é a marca registrada da família e ver todos correndo para o jardim ou para abrir a porta da sala e darem aquela espiadela e confirmar quem está chegando. Não somos ricos, mas a sensação que tenho é de que não há dinheiro no mundo que pague momentos como esses. Estar em contato, e com pessoas a quem se ama e se quer perto. Bem perto. Já escrevi aqui uma vez que minha família é quase que totalmente apaixonada por culinária, por cozinhas tomadas por aromas de alguma coisa borbulhando dentro das panelas ou assando no forno ou sendo preparada ao calor do carvão, no jardim. Esses dias que fiquei com eles não foram diferentes e acho mesmo que foram até mais intensos. Nossas conversas e atividades giraram quase todas em torno da comida. Histórias antigas como as de minha bisavó cozinheira de mão cheia que morava num casarão colonial na Bahia e que, de tantos clientes que atendia, tinha uma ala da casa com 10 quartos só para os empregados que a ajudavam nos preparos dos quitutes e das fornadas especiais que colocavam no mundo preciosos pratos. Ou as tiradas hilárias das reuniões gastronômicas promovidas por meu avô Álvaro em sua casa, igualmente grande num subúrbio do Rio de Janeiro, ou as receitas e truques mágicos que minha mãe desenvolveu ao longo desses mais de 60 anos cozinhando e que conta para mim, quem sabe na esperança de me ajudar a ser um mestre cuca dos bons e manter a tradição da trupe. E claro...entre um papo e outro, uma história e outra, tudo regado a um copo e outro de vinho - fornecido pelo meu generoso pai (que morre de ciúmes de suas garrafas, estrategicamente "guardadas"), ou cervejinhas geladinhas bebidas diretamente num bar bem próximo da casa para onde fomos diversas vezes ao longo desse período que lá fiquei. Pois é! Para aqueles que estão mais ligados no tema já perceberam que cometi o sacrilégio de misturar bebidas tão distintas entre si. Mas querem saber... a felicidade caminha; e muitas vezes por estradas "tortuosas", hehehehe – ("hehes" roubados de minha querida amiga Julia que tentou me matar de saudades até há poucas horas atrás rsrs). Se fiquei bêbado ao final do dia? Claro né?! Mas dormi um bom sono na rede enquanto meus pais e minha irmã foram fazer visitas "técnicas" para buscar inspiração para a reforma da casa. Pois então, voltando ao que "falava" antes. Esses encontros poderiam ser algo de muito chato e sem graça se não houvesse um tempero especial acompanhando-os. Algo que transformasse ou transforme o que poderia ou parece ser banal em algo delicioso e saboroso. Cada pessoa, cada casal, cada família ou grupo de amigos encontram esse tempero em muitos lugares externos e em muitas lugares internos, armazenados ali no cantinho do coração de cada um deles: lembranças de afetos, de histórias vividas, de relações de amizade, de situações inusitadas que a vida nos oferta com regularidade, de dias aparentemente normais, de canções, de fotografias amareladas pelo tempo, de fragmentos de memória, de amores quase esquecidos, de amores recém chegados, de cartas escritas a mão, de um livro querido, de cheiros sentidos, de olhares trocados, de momentos tensionados, de abraços looongos e apertados, de beijos estalados ou de beijos furtados, de mergulhos dados, de amanheceres inesquecíveis ou de uma lua prata sobre o mar, ou de coxas entrecruzadas sob o cobertor na madrugada, com seu amor. A lista é, seguramente, interminável. Pois então vivi! nesses dias VIVI. E esses dias traduzem o sentido de eu estar aqui, no bom, velho (e muitas vezes complicado) planetinha... mas vivi! Transformei a minha moda, do meu jeito, o curso dos dias e imprimi a eles a cor que desejei; temperei-os com tudo que vivi, com tudo que vivo e ousei temperá-los também com tudo que viverei. Não comi o "hambúrguer" de caixinha, fino e congelado, comprado no supermercado mas fiz o meu, coloquei-o no prato que escolhi e adornei-o. É certo que ele não deixou de ser um hambúrguer mas reinventei-o e agora ele faz parte, de alguma forma, de mim. Infundi nele minhas emoções, minhas alegrias. Tá bom! Sei que pode parecer meio estranho comparar a vida com um hambúrguer, mas, como disse lá em cima no início do texto, algumas coisas eu não poderia corrigir agora, talvez mais tarde... mas o tal do hambúrguer me pareceu algo bastante simples, descomplicado e acima de tudo, feito com desejo e com o meu desejo, muito saboroso. Deixou de trafegar no banal para incorporar algo especial. Um hanbúrguinho comum ninguém presta muito atenção mas, um como o que está na foto acima...duvido muito que passe desapercebido. É isso!O "modelito" do baterista ( que por sinal parece muito com a MARLENE, cantora brasileira das antigas rsrsr) foi comprado na mesma loja dos dancarinos do vídeo aqui em baixo rsrsr.
Escutava Suzi Quatro em uma vitrola com duas caixinhas de madeira (era o máximo em som na época rsrs) e tinha quase que orgasmos da foto dela na capa do LP com esse jeitão mesmo que aparece aqui no vídeo! MUIIIIIITO BOMMM!! rsrs
E com vocês... SUZI QUATRO! Na bateria... MARLENE!!
Eu sei... é que estou perto de terminar um curso que durou seis anos - e que ADORO - e estou dando gargalhadas a 3X4... até unha encravada com sapato apertado me faz rir!!
Le Cuisinier!
Isso é muito bom também! rs A música é ótima e marca mesmo um período dos bons rsrs. Mas preste atenção nos "modelitos" dos caras... Isso é muito bom... Não tem pra ninguém, muito menos para os desfiles de "moda" tão a gosto dos produtores do Fashion isso e Fashion aquilo, tanto faz se no Rio ou em São Paulo. rsrs E a coreografia?! É de ajoelhar e chorar de tão boa rsrs
Ladies Night Live - Kool & the Gang (das antigas!) Ladies Night Live - Kool & the Gang ( posso dizer "recente?"
Livro brasileiro de culinária para crianças ganha o Gourmand Awards
O livro Dieta sem Castigo – o melhor para o seu filho, de autoria da nutricionista Paula Veloso, foi considerado pela Gourmand Internacional como um dos melhores livros de cozinha para crianças e família publicados em 2006, em todo o mundo.
A distinção foi feita no âmbito da selecção dos melhores livros de cozinha para os Gourmand Awards, uma iniciativa encarada como os Óscares ou os Prêmios Nobel para livros dedicados à cozinha e aos vinhos.
O livro de Paula Veloso, editado pela Porto Editora em Abril do ano passado, foi
finalista e único representante português, na categoria Melhor Livro de Cozinha para Crianças e Família, concorrendo com outras 17 edições de países como os EUA, Inglaterra, Finlândia, França, Índia, entre outros.
Dieta sem Castigo – o melhor para o seu filho tem como tema a boa alimentação para os mais novos, preocupação crescente dos pais, educadores e médicos perante os níveis assustadores de obesidade infantil que se têm registado.
O livro está organizado de modo a facilitar a adopção de novas práticas culinárias, apresentando uma selecção de menus diversificados a que se acrescentam sugestões e dicas que permitirão realizar uma infinidade de pequenos-almoços, snaks ou sanduíches diferentes.Fonte: Fábrica de Conteúdos