Le Cuisinier.
Entre panelas, pratos, vinhos e temperos, junto ao fogo, acontece a cocção de palavras e idéias aromáticas. As receitas podem ser concretas ou abstratas... vai depender do que vai em cada um, do que constrói cada um, do desejar de cada um. É um lugar livre, de integração, mas também da possibilidade de divergir do que está posto no mundo. Todos são bem vindos! LE CUISINIER.
terça-feira, outubro 31, 2006
sexta-feira, outubro 27, 2006
quarta-feira, outubro 25, 2006
terça-feira, outubro 24, 2006
GLOSSÁRIO com HISTÓRIA:
Q
QUEIJO
Fundidos
sem cura /cremosossem cura/consistentes requeijãocream cheese Proteina de soro sem cura/fresca ricota fresca.
QUANTO À CONSISTÊNCIA TIPO CARACTERÍSTICAS:
Exemplos
Queijos de pasta mole
Não são prensados nem cozidos. Possuem alto teor de umidade. Serra da Estrela, Azeitão.
Queijos de pasta prensada
Não são cozidos. Apresentam várias texturas e sabores. A pasta pode ser dura ou semi-dura. Beaumont, Cheddar, Chesshire, Edam, Gouda.
Queijos de pasta dura cozida
Possuem pouca umidade. Passam por uma fase de aquecimento da coalhada. Appengell, Beaufort, Emmental, Gruyère, Parmesão.
Queijos de pasta "filata"
São geralmente, coalhados, curados e maturados da casca para o interior. É comum terem a pasta mole e serem cremosos. Brie, Camembert.
Queijos de casca lavada
Têm pasta mole ou semi-dura. Passam por lavagens periódicas durante o processo de cura. Bergues, Chaumont, Nantain, Saint-Paulin.
Massa cozida
Massa filada
Fundidos
Proteína de soro
segunda-feira, outubro 23, 2006
Patê de Fígado Le Cuisinier - Patê de Foie.
sexta-feira, outubro 20, 2006
Para Servir Antes do Segundo Turno.
Reminiscências II.
casa. Como mágica, deparou-se, novamente, com a imagem que havia visto por alguns segundos nas mãos do seu professor. Só que agora ela havia se materializado em capa de um livro cujo título lhe enchia de alegria e certeza de estava, de fato, no caminho certo; de que esta relação homem-livros não poderia se dar com ele se não fosse nesta base: PAIXÃO! E o livro carregava esse título – A PAIXÃO PELOS LIVROS - em branco sobre um fundo vinho escuro levemente sensual, pleno em textos de D’alembert, Chalámov, Drummond de Andrade, Gustave Flaubert, Plínio Doyle, John Milton, Montaigne, Petrarca, Mindlin entre outros; que falavam exatamente dessa relação amorosa e apaixonante que alguns têm pelos livros incluindo eles - que não se restringiram as leituras somente, mas também no registro, elaborado, de idéias, sentimentos, reflexões e que hoje levamos em nossas mãos e os devoramos, estaziados, em qualquer lugar que nos permitam fazê-lo.
A paixão por livros dele, desse jovem carioca, vinha de longa data, nascida quando ainda menino freqüentava a pequena biblioteca na casa de seu avô materno, no subúrbio do Rio. Não tinha nem tamanho para alcançar os livros na segunda estante, mas os que conseguia pegar os tratava com carinho e cuidado para que não rasgassem. Esse primeiro contato, esse primeiro elo, não se deu pela leitura mas pelo afeto. Mais tarde quando já aprendera a ler, essa relação ganhou corpo, voz e lugar. terça-feira, outubro 10, 2006
sexta-feira, outubro 06, 2006
A Palavra é Uma Viagem Única!
Dizer a palavra é dá-la.
Sem palavras. Sem plural. A palavra é uma, É una, é única, É palavra. Eu dou minha palavra, E somente se eu a der, Nascerá outra, palavra, Única e insubstituível, Como estar deitado, Num entardecer de primavera. Dizer palavras, escrevê-las, Impregná-las de significado, É não ter palavra, É não dá-la, Como quem toca a nudez da pessoa amada. Dizer a palavra é dá-la, É tê-la na língua, Como um doce ou amargo alimento e devolvê-lo, Ao ouvido, o prórpio e o do outro. Este é o milagre da palavra, Pão da comunhão, Saboroso pão multiplicado. Luiz Estelitta. Em resposta ao texto: PALAVRAS e SILÊNCIO.
quinta-feira, outubro 05, 2006







